segunda-feira, 14 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
Hoje dia 07 de maio, estaremos no Centro de Cultura Amélio Amorim, em Feira de Santana, a partir das 19h, fazendo uma cantoria dentro da programação da Celebração das Culturas dos Sertões, apresentando nosso novo espetáculo CICLOS - Acompanhado dos parceiros Kiko Souza, Rennan Mendes, Silvino Junior e Ricardo Nunes, e na terça, dia 08 de maio, estarei numa mesa dos estudos das Culturas dos sertões, falando das Artes Sertanejas - Multiplas Linguagens, onde será abordado temas sobre Cultura Popular, Cantoria Sertaneja e Cordel.
A programação completa: http://www.cultura.ba.gov.br/sertoes/prog-seg.php
quinta-feira, 22 de março de 2012
“Um verso non grato”
Um verso, se descuidado
Solto pelas emoções
Envolve-se em ilusões
E envereda mal traçado
E sendo mal declamado
É feito um porto sem cais
Pode perder-se da paz
Mesmo não sendo o problema
Sem querer virar dilema
Entre uma moça e um rapaz
Agradecer um sorriso
Pode parecer mistério
Até mesmo um despautério
Quando chega sem aviso
O verso, se de improviso
Nasce gerado em repente
Na incubadora da mente
Quem lhe sustenta é o sonhar
Por isso se descuidar
Ele atropela o presente
Se confundir os carinhos
De quem recebe sorrindo
Já deixa de ser bem vindo
E segue em outros caminhos
Pode causar desalinhos
Mas se sair em verdade
Só quer a felicidade
Querendo compartilhar
Às vezes ter de calar
Pra ver a serenidade
Querendo apenas ser
A frase do sentimento
Que se antecipa ao momento
Só para poder dizer
Que apenas quis escrever
Num tom de agradecido
Tendo o olhar iludido
Nos encantos da poesia
Nos risos de simpatia
De como foi recebido
Um verso quis ser agrado
Reconhecendo na fala
Quando a rima já estala
O tema já foi montado
E se veio: Foi ofertado
Talvez da sua maneira
Sem se querer brincadeira
E sendo o próprio caminho
Um verso de adivinho
Que enxerga a segunda feira
Que se retira e recua
Pra aprender que o destino
Já deixou de ser menino
E tem a vontade sua
Um verso solto na rua
Pede desculpas e sai
Pelos caminhos do Pai
Querendo ser verso grato
Finda-se o verso de fato
Disse-lhe o mote: “Calai”-vos.
Solto pelas emoções
Envolve-se em ilusões
E envereda mal traçado
E sendo mal declamado
É feito um porto sem cais
Pode perder-se da paz
Mesmo não sendo o problema
Sem querer virar dilema
Entre uma moça e um rapaz
Agradecer um sorriso
Pode parecer mistério
Até mesmo um despautério
Quando chega sem aviso
O verso, se de improviso
Nasce gerado em repente
Na incubadora da mente
Quem lhe sustenta é o sonhar
Por isso se descuidar
Ele atropela o presente
Se confundir os carinhos
De quem recebe sorrindo
Já deixa de ser bem vindo
E segue em outros caminhos
Pode causar desalinhos
Mas se sair em verdade
Só quer a felicidade
Querendo compartilhar
Às vezes ter de calar
Pra ver a serenidade
Querendo apenas ser
A frase do sentimento
Que se antecipa ao momento
Só para poder dizer
Que apenas quis escrever
Num tom de agradecido
Tendo o olhar iludido
Nos encantos da poesia
Nos risos de simpatia
De como foi recebido
Um verso quis ser agrado
Reconhecendo na fala
Quando a rima já estala
O tema já foi montado
E se veio: Foi ofertado
Talvez da sua maneira
Sem se querer brincadeira
E sendo o próprio caminho
Um verso de adivinho
Que enxerga a segunda feira
Que se retira e recua
Pra aprender que o destino
Já deixou de ser menino
E tem a vontade sua
Um verso solto na rua
Pede desculpas e sai
Pelos caminhos do Pai
Querendo ser verso grato
Finda-se o verso de fato
Disse-lhe o mote: “Calai”-vos.
Saudade Futura
Uma saudade de novo antecipa
Vagando na noite invade, à janela
Trazendo pro verso a imagem mais bela
O doce do cheiro que vem e participa
Assim feito um sonho também se dissipa
No encontro futuro com a realidade
Não sei se é mentira, nem sei se é verdade
Apenas me deixo seguir nesses sonhos
Que evitam querer pesadelos tristonhos
Querendo somente: A Felicidade
E mesmo temendo não abro de mão
Pois o tempo nos segue do jeito que quer
Aumenta a distância no faz de qualquer
Divergindo os sonhos em contradição
Sorrindo criança, futuro ancião
Nem mesmo pergunta se pode chegar
Já chega dizendo: Não vim pra ficar
Por isso aproveite o calor da lembrança
O sonho do idoso é a idade criança
Querendo de novo um brilho no olhar
Mudando os sentidos, passado e presente
Não teme o futuro e joga suas cartas
E em cada minuto de palavras fartas
O tempo convida pra seguir em frente
Não sei ser poeta, se não for pra gente
Poder escolher o caminho da graça
E nessa mistura de cor e de raça
De cheiros macios e recordações
Acompanho o tempo pelas emoções
Sabendo que tudo na vida se passa.
Vagando na noite invade, à janela
Trazendo pro verso a imagem mais bela
O doce do cheiro que vem e participa
Assim feito um sonho também se dissipa
No encontro futuro com a realidade
Não sei se é mentira, nem sei se é verdade
Apenas me deixo seguir nesses sonhos
Que evitam querer pesadelos tristonhos
Querendo somente: A Felicidade
E mesmo temendo não abro de mão
Pois o tempo nos segue do jeito que quer
Aumenta a distância no faz de qualquer
Divergindo os sonhos em contradição
Sorrindo criança, futuro ancião
Nem mesmo pergunta se pode chegar
Já chega dizendo: Não vim pra ficar
Por isso aproveite o calor da lembrança
O sonho do idoso é a idade criança
Querendo de novo um brilho no olhar
Mudando os sentidos, passado e presente
Não teme o futuro e joga suas cartas
E em cada minuto de palavras fartas
O tempo convida pra seguir em frente
Não sei ser poeta, se não for pra gente
Poder escolher o caminho da graça
E nessa mistura de cor e de raça
De cheiros macios e recordações
Acompanho o tempo pelas emoções
Sabendo que tudo na vida se passa.
Do mesmo jeito...
O pensamento era o mesmo de antes
Dos sentimentos que se apresentavam,
Daqueles sorrisos que à noite, marcavam
Com prosas felizes da vida inconstante
No tempo presente pensava adiante
Deixando o passado daquela saudade
E era o mesmo, na mesma verdade
Que se apresentava em um pensamento
De cada gracejo, de cada momento
Do sonho que busca uma felicidade
Sincero seguia sem muita vaidade
Voando no vento daquele presente
Na brisa perene saiu consciente
Marchando fronteiras em outra idade
No passo sereno da cumplicidade
Foi-se um pensamento pela madrugada
A vida é um jogo de carta marcada
De apostas perdidas, de noites de sorte
Pro Leste ou Oeste, pro Sul ou pro Norte
Que venha pra ser como foi destinada
Dos sentimentos que se apresentavam,
Daqueles sorrisos que à noite, marcavam
Com prosas felizes da vida inconstante
No tempo presente pensava adiante
Deixando o passado daquela saudade
E era o mesmo, na mesma verdade
Que se apresentava em um pensamento
De cada gracejo, de cada momento
Do sonho que busca uma felicidade
Sincero seguia sem muita vaidade
Voando no vento daquele presente
Na brisa perene saiu consciente
Marchando fronteiras em outra idade
No passo sereno da cumplicidade
Foi-se um pensamento pela madrugada
A vida é um jogo de carta marcada
De apostas perdidas, de noites de sorte
Pro Leste ou Oeste, pro Sul ou pro Norte
Que venha pra ser como foi destinada
Quem...........
Quem saberá dizer o que é amar
Daqui a uns anos dessa vida nossa?
Ninguém duvide que a vontade possa
Ser um motivo e revolucionar,
Que a palavra no seu debulhar
Possa viver em cada oração,
Que valerá o ser de uma paixão,
Quando confunde gracejo e sorriso?
O amor eu sei que vem sem um aviso
E faz da gente uma nova canção.
Quem poderá calar um coração
Quando a revolta se espalhar no vento?
Ninguém consegue deter pensamento
E pros instintos não rege a prisão
Não se acredita em qualquer sermão
Se na palavra, o amor não tiver.
Que vem assim pro que der e vier
Feito menino quando ganha a rua
Vivendo a vida como vive a Grua
Formando a imagem do que mais se quer.
Que verso é esse que possa escrever
Tal bela imagem de quem gera a vida?
Que chora a volta e chora a partida
Que sofre mais só em nos ver sofrer
Se for possível a mulher descrever
Será num verso de contentamento
Talvez na brisa de todo o relento
Sua palavra seja o esplendor
Uma poesia feita de amor
O olhar mais puro de um novo rebento.
Daqui a uns anos dessa vida nossa?
Ninguém duvide que a vontade possa
Ser um motivo e revolucionar,
Que a palavra no seu debulhar
Possa viver em cada oração,
Que valerá o ser de uma paixão,
Quando confunde gracejo e sorriso?
O amor eu sei que vem sem um aviso
E faz da gente uma nova canção.
Quem poderá calar um coração
Quando a revolta se espalhar no vento?
Ninguém consegue deter pensamento
E pros instintos não rege a prisão
Não se acredita em qualquer sermão
Se na palavra, o amor não tiver.
Que vem assim pro que der e vier
Feito menino quando ganha a rua
Vivendo a vida como vive a Grua
Formando a imagem do que mais se quer.
Que verso é esse que possa escrever
Tal bela imagem de quem gera a vida?
Que chora a volta e chora a partida
Que sofre mais só em nos ver sofrer
Se for possível a mulher descrever
Será num verso de contentamento
Talvez na brisa de todo o relento
Sua palavra seja o esplendor
Uma poesia feita de amor
O olhar mais puro de um novo rebento.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Um olhar de direito
Procurei novamente aquele olhar
Percorri insistente pela vila
Procurando o teu jeito que desfila
Passeando no teu leve bailar
E querendo somente te contar
Uma prosa de um bem querer nascendo
Mas senti teu olhar me escorrendo
Pelas trilhas, descendo nos baixios
Desaguando em todos os meus rios
Era o mar te chamando e tu correndo
Era o mar do direito se inxirindo
Com saudade também, eu acredito
Ouvi silvos distantes de um apito
De um cais naufragado já sentindo
Que a deriva os olhares vinham vindo
A mercê das correntes desejosas
Tendo os frios das noites invernosas
Sem cobertas, perdidos pensamentos
No bailado noturno de outros ventos
Aportei no teu manto cor de rosas
Quando o tempo mudou a estação
Já desperto corri de novo a vista
Escutei de uma brisa: Não desista
Novamente eu tomei a direção
Fica um verso sonhando ser paixão
A saudade daquele olhar trocado
Era um sonho, que agora acordado
Se repete constante em minha mente
E o meu riso mais largo de contente
Pelo pouco que tive do teu lado.
Percorri insistente pela vila
Procurando o teu jeito que desfila
Passeando no teu leve bailar
E querendo somente te contar
Uma prosa de um bem querer nascendo
Mas senti teu olhar me escorrendo
Pelas trilhas, descendo nos baixios
Desaguando em todos os meus rios
Era o mar te chamando e tu correndo
Era o mar do direito se inxirindo
Com saudade também, eu acredito
Ouvi silvos distantes de um apito
De um cais naufragado já sentindo
Que a deriva os olhares vinham vindo
A mercê das correntes desejosas
Tendo os frios das noites invernosas
Sem cobertas, perdidos pensamentos
No bailado noturno de outros ventos
Aportei no teu manto cor de rosas
Quando o tempo mudou a estação
Já desperto corri de novo a vista
Escutei de uma brisa: Não desista
Novamente eu tomei a direção
Fica um verso sonhando ser paixão
A saudade daquele olhar trocado
Era um sonho, que agora acordado
Se repete constante em minha mente
E o meu riso mais largo de contente
Pelo pouco que tive do teu lado.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Cuidado
Eu hoje tive cuidado
Pra não exceder na sorte
Um olhar daquele porte
Nem sempre é encontrado
Não é comum no mercado
E no seu brilho tem luz
Por esse olhar não me opus
Afastar-me com a saudade
Pois nele a felicidade
Na frente já me conduz
Vi nele a simplicidade
De um tempo novo e singelo
Talvez o quadro mais belo
Tecendo as cores da idade
Chegou dizendo a verdade
Sua verdade sincera
Como quem Direito opera
Foi invadindo o espaço
Dos versos que agora traço
Chegou com a “Primavera”
Partiu deixando o compasso
De quem atrasa uma dança
Mas acendeu a esperança
Mostrando um gracejo em passo
Jogou de vez o seu laço
E a minha rima subiu
Nem parece que partiu
Pois eu já sinto a poesia
Que encontrarei outro dia.
Um novo verso surgiu!
Foi-se deixando a alegria
Que nos espera amanhã
Fiou como a tecelã
No dia que se inicia
Tecendo o linho na guia
Pra não mais errar o corte
Pra não exceder na sorte
Também manteve um cuidado
Partiu deixando recado
E Indicado o seu norte.
Pra não exceder na sorte
Um olhar daquele porte
Nem sempre é encontrado
Não é comum no mercado
E no seu brilho tem luz
Por esse olhar não me opus
Afastar-me com a saudade
Pois nele a felicidade
Na frente já me conduz
Vi nele a simplicidade
De um tempo novo e singelo
Talvez o quadro mais belo
Tecendo as cores da idade
Chegou dizendo a verdade
Sua verdade sincera
Como quem Direito opera
Foi invadindo o espaço
Dos versos que agora traço
Chegou com a “Primavera”
Partiu deixando o compasso
De quem atrasa uma dança
Mas acendeu a esperança
Mostrando um gracejo em passo
Jogou de vez o seu laço
E a minha rima subiu
Nem parece que partiu
Pois eu já sinto a poesia
Que encontrarei outro dia.
Um novo verso surgiu!
Foi-se deixando a alegria
Que nos espera amanhã
Fiou como a tecelã
No dia que se inicia
Tecendo o linho na guia
Pra não mais errar o corte
Pra não exceder na sorte
Também manteve um cuidado
Partiu deixando recado
E Indicado o seu norte.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
O sorriso do Mar
No mar da contemplação
Vem navegando esse verso
Entre um sorriso disperso
E suave na imensidão
Vem pedindo permissão
Pra conduzir essa pena
Chega na rima que acena
Uma palavra, um cortejo
Nas marolas do desejo
Sonhando uma nova cena
Espumando um pensamento
Pensando e agradecendo
Num mote que vai crescendo
No azul do firmamento
Chega com a brisa do vento
Querendo um doce sorriso
De novo vem sem aviso
Mas renovado de paz
Querendo um sorri a mais
Nas rodas do improviso
Chega bem vinda em bom grado
Se aconchegando aos gracejos
Na transpiração dos beijos
De um roteiro sonhado
Se achega logo do lado
Vem conduzindo a saudade
Por entre as prosas da idade
Querendo tão simplesmente
“Nos ofertar” um presente
Chamado Felicidade
Um brinde então a vida
Que é quem conduz todo verso
Sorrisos pra o Universo
Por cada nova acolhida
Que essa seja a partida
Pra o encanto prosseguir
Cantando o verbo sorrir
Que a ti dedico encantado
Se tinha um verso calado:
Ele acabou de florir.
Vem navegando esse verso
Entre um sorriso disperso
E suave na imensidão
Vem pedindo permissão
Pra conduzir essa pena
Chega na rima que acena
Uma palavra, um cortejo
Nas marolas do desejo
Sonhando uma nova cena
Espumando um pensamento
Pensando e agradecendo
Num mote que vai crescendo
No azul do firmamento
Chega com a brisa do vento
Querendo um doce sorriso
De novo vem sem aviso
Mas renovado de paz
Querendo um sorri a mais
Nas rodas do improviso
Chega bem vinda em bom grado
Se aconchegando aos gracejos
Na transpiração dos beijos
De um roteiro sonhado
Se achega logo do lado
Vem conduzindo a saudade
Por entre as prosas da idade
Querendo tão simplesmente
“Nos ofertar” um presente
Chamado Felicidade
Um brinde então a vida
Que é quem conduz todo verso
Sorrisos pra o Universo
Por cada nova acolhida
Que essa seja a partida
Pra o encanto prosseguir
Cantando o verbo sorrir
Que a ti dedico encantado
Se tinha um verso calado:
Ele acabou de florir.
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